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May 12, 2010

...Estudo Nacional de Saúde Mental (Portugal, Março 2010)

Caldas de Almeida é o responsável pelo Estudo Nacional de Saúde Mental para Portugal que foi apresentado publicamente em Março de 2010 (aqui uma apresentação de 2008 por Caldas de Almeida). Alguns resultados desse estudo foram divulgados nos meios de comunicação social (como por exemplo no jornal i, aqui), contudo, o estudo original não o consegui localizar na Internet (aos leitores deste blogue: se tiverem o link enviem sff). Numa entrevista dada ao Expresso de sábado passado (8 de Maio 2010, primeiro caderno p.22 e 23) aos jornalistas Cristina Bernardo da Silva e Joana Pereira Bastos. Destacamos três frases e recomendamos a leitura de toda a entrevista:
" A tristeza é normal e faz parte da vida. (...) Outra coisa é a doença depressiva"
"Consomem-se demasiados [ansiolíticos], sem indicação clínica, sem controlo"
"Pergunta: Há uns anos não se falava tanto em depressão. Há doenças 'da moda'? Resposta de Caldas de Almeida: " Há diferenças muito grandes na percepção das doenças ao longo dos tempo. Podem existir com a mesma frequência, só que não são valorizadas da mesma maneira. Nós cada vez medicalizamos mais as coisas. Há 30 anos, dizia-se que um menino que andava aos saltos o tempo todo era insuportável. Hoje tem uma perturbação de hiperactividade e défice de atenção. A anorexia nervosa existiu sempre, mas hoje a prevalência é maior em determinadas sociedades porque há uma pressão grande junto dos adolescentes. Já as perturbações mais graves como a esquizofrenia, têm a mesma prevalência aqui ou no Nepal, agora ou há 200 anos. (...)
Comentários , interrogações e afins:
Exahmia disse...
É sempre preciso vir um especialista vir dizer o que toda a gente sabe para que as coisas tenham alguma credibilidade e mesmo assim ainda vão sempre existir os que acreditam "Eles precisam é de uma boas palmadas ou de ir trabalhar a sério como era no meu tempo".

2 comments:

Exahmia said...

É sempre preciso vir um especialista vir dizer o que toda a gente sabe para que as coisas tenham alguma credibilidade e mesmo assim ainda vão sempre existir os que acreditam "Eles precisam é de uma boas palmadas ou de ir trabalhar a sério como era no meu tempo".

ex ana said...

Concordo. De facto as palavras dos 'especialitas' possuem outro peso. Podem ser úteis como argumento. Cada um tem as suas teimosias e pode ficar surdo a uns mas disponível para escutar outros.