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os 10 posts mais lidos (esta semana) seguidos dos posts mais recentes (17 de Agosto 2016):

Aug 18, 2016

OLÁ (para: D., E., F., I., R., S., ...)


Olá a todas! Como estão?

(Neste jogo de espelhos que por vezes é a Web, podem as iniciais do título não corresponder aos vossos nomes. Tal como "esqueci a ana" ou "ex-ana" não é o meu)
De algumas não tenho notícias há muito tempo. De outras vou sabendo indiretamente que foram conquistando mais sonhos.
Eu estou agora bem e sugiro: não façam um blogue (ou similar) logo depois de esquecerem a ana! Razão? há o risco de certas memórias serem reavivadas...
ex-ana
 

Apr 8, 2016

Angelina Jolie e Júlia Pinheiro - Anorexia , Celebridades e Famosos



Regularmente chegam-nos notícias sobre a anorexia que atinge directa ou indirectamente o que são designadas de 'celebridades'. É o caso das notícias (ou boatos sobre Angelina Jolie na fotografia acima num campo de refugiados sírios no Líbano no passado mês de Março , ver mais aqui) :

“Será que a atriz e realizadora norte-americana sofre de anorexia? Está muito magra, pesará só 36 kg. Especialistas afirmam que pode sofrer dessa doença que a leva a perder peso excessivamente.”
[…]
A atriz norte americana confessou, em 2013, ter perdido bastante peso em 2007, após a morte da mãe, mas que tenta ser saudável pelo bem dos seus seis filhos. Em 2014, uma ex-babysitter dos filhos casal de atores revelou que Jolie terá sofrido de anorexia durante a adolescência, informa o site Celebrity.
O site Gossip Cop, conhecido por desmentir rumores sobre celebridades, afirma que a atriz se sente de boa saúde e que os rumores são totalmente falsos, citando uma fonte próxima do casal.”
Ler mais aqui no Observador de 9 de Abril 2016.


A apresentadora Júlia Pinheiro tem sido notícia  relativamente à anorexia que atingiu as filhas. A filha Carolina declarou o mês passado (Março 2016):
Estou ótima. Foi um momento mau, claro que sim, mau para toda a família, mas uniu-nos imenso. É uma doença que sempre nos acompanhou a vida toda e é comum entre gémeas, como nos disseram os médicos que nós não somos o primeiro caso. Graças a Deus está para trás das costas. Isto é quase como ter diabetes, lidar com isso e não fazer disso um estigma”. Foi desta forma, com um sorriso no rosto que Carolina, de 22 anos, filha de Júlia Pinheiro, falou sobre a doença que sofre, uma anorexia grave, que a levou a um internamento de urgência em novembro. Recorde-se que a irmã, Matilde também tinha o mesmo problema. Fonte:
Desejamos que estes  casos amplamente divulgados nas redes sociais (sendo que em relação ao primeiro não existe confirmação) sirvam para alertar para os sinais, características e perigos da doença. Infelizmente por vezes a forma como são abordados contribuem para dar algum 'glamour' a uma doença que tem tudo menos glamour.Que as vítimas, celebridades, famosas ou ilustríssimas desconhecidas e as famílias e amigos contribuam para negar as thinspiration.
 
 

Mar 8, 2016

Jan 30, 2016

..."Eu quero ser como a Barbie" (Qual delas?) As novas Barbies

"Eu quero ser como a Barbie" . Recordam-se a frase do anúncio? Foi há alguns anos. Era uma vozinha infantil que manifestava o desejo de ser como aquela bonequinha de plástico criada há 57 anos e que passou a ter companhia de outro boneco o Ken passados quatro anos. E uma imensidade de acessórios que por esse mundo fora são desejados e conhecidos... pelo menos dos catálogos.

Dizem que em cada segundo são vendidas 2 barbies no Mundo. Já escrevemos sobre a Barbie e a diferença com as 'pessoas reais' neste blogue esqueciaaana (ler aqui)
 
Pois agora a empresa que produz essas bonecas, a Mattel (de cujo site retirei a imagem acima), certamente depois de uma análise detalhada do mercado, lançou uns quantos modelos a que chama Fashionistas (R) Line. São a Curvy, a Petite e a Tall (esta última mais parecida com a clássica chamada de Original). Será um bom negócio para a Mattel atendendo até ao elevado número de coleccionadores adultos.
 
Para mim estes novos formatos apresentam pelo menos uma vantagem. Quando uma menina disser que 'quer ser como a Barbie' podemos perguntar 'qual delas'? Entretanto, casinhas, sapatinhos, e outros acessórios serão 'à Barbie original'. Até ver...

Declaração de (des)interesse da autora do esqueciaana: não possui ou possuo nenhuma dessas bonequinhas.

Jan 1, 2016

...filme "Culto da Fome" na TV ( Starving in Suburbia, Thinspiration) ACTUALIZADA EM 5 DE JANEIRO

 
O filme "Culto da Fome" está a passar no cabo da TV portuguesa. A história é simples e centra-se em torno de uma família com dois filhos (o rapaz atleta de luta livre e a rapariga bailarina). Aborda algumas situações dramáticas relativas às doenças de comportamento alimentar (anorexia, bulimia e outras) e também os sites pró-ana. Caso tenha assistido ao filme gostaríamos de saber a sua opiniãO.
SEGUE (abaixo) A PRIMEIRA OPINIÃO RECEBIDA.
 
OPINIÕES DOS LEITORES:
 
Anonymous said...
A doença é a mesma mas cada pessoa é uma.
Talvez demasiado dramático? (ressalvando que se não fosse, não passava em tv....)

A voz da doença surge como amiga, cheia de promessas, para rapidamente se transformar manipuladora e agressiva. Esse é um retrato que me parece bem feito, se bem que a personificação é um exagero. Se a voz fosse tão diferente do próprio pensamento, quase que seria fácil discernir o caminho certo e optar pela nossa - confundem-se.

Quanto aos sites pro-ana, diria que quem tiver a tal predisposição para desenvolver um disturbio alimentar corre um risco maior do que quem não tem. Uma pessoa sem a dita, exposta diariamente a factores que a podem despoletar, não irá desenvolvê-lo. Isto é o que os médicos dizem, não é?

Finalmente, parece-me mito importante o facto de alertar para a doença no masculino. E também para dar uma perspectiva sobre a vivência da doença: há quem esconda melhor ou pior...
 
Resposta de esqueciaaana a Anónima/o:
Obrigada pela participação. Concordo com tudo o que é destacado acima (a doença no masculino, os truques usados para esconder, o papel dos sites, a caracterização da 'outra voz'). Venham mais opiniões!
 


...bom ano a todos! (e até breve)


Jun 4, 2015

...anúncio de Yves Saint Laurent da revista Elle banido no Reino Unido

 
 

"Esta modelo parece "pouco saudável e demasiado magra"? Autoridade Britânica achou que sim.
Um anúncio da Yves Saint Laurent foi banido no Reino Unido. Em causa está a extrema magreza da modelo da marca francesa, que levou a Autoridade para Padrões Publicitários do Reino Unido (ASA na sigla inglesa) a censurar a imagem que apareceu na última edição da Elle.
 
A ASA considerou que a modelo parece "pouco saudável e demasiado magra" na imagem e que o anúncio é "irresponsável". Segundo a autoridade, viola o código da publicidade no país, uma vez que este diz que os anúncios têm de ser preparados com um sentido de responsabilidade para com os consumidores e a sociedade".

Fonte: Diário de Notícias online 3 de Maio de 2015

A ASA refere em relação à fotografia: "a posição da modelo chama a atenção para peito, onde é visível a proeminência da caixa torácica, e para as pernas, em que coxas e joelhos parecem da mesma a largura, e muito magros", sobretudo em contraste com os sapatos.

Segundo o jornal Guardian, a Yves Saint Laurent não concordou com a argumentação mas não fez comentários. Em 2014 uma petição para a YSL deixar de usar modelos tão magras conseguiu quase 50 mil assinaturas.
 
A magreza das modelos é um tema que está na ordem do dia: as preocupações com os distúrbios alimentares e a imagem aumentaram à medida que os corpos nos anúncios e passerelles foram perderam peso. França, por exemplo, quer banir das 'passerelles' as manequins demasiado magras para combater os distúrbios alimentares.
 
Fonte: Diário de Notícias online 3 de Maio de 2015
 
[ nota de esqueciaana: a fotografia abaixo representa o criador da casa de moda Yves Saint Laurent ; para além de questões estéticas a 'normalidade' dos corpos representados parece-me contrastar; e quanto à 'normalidade' refiro-me tão só à não apologia da doença/anorexia  numa delas. Estarei enganada?]
 
 
 
Fotografia de Yves Saint Laurent em 1971
 
 
 

 

May 30, 2015

um caso de anorexia



Regularmente surgem notícias de casos de anorexia. Este, the uma actriz californiana é um deles. Como estes muitos milhares que continuam diariamente a matar.

May 29, 2015

Laxantes, comprimidos para emagrecer e diuréticos

Abuso de Laxantes, comprimidos para emagrecer e diúréticos (*)
 
 
Tudo o que os laxantes conseguem fazer é o corpo perder água, não calorias.
 
MAS....
A isto segue-se como consequência a retenção de líquidos o que pode fazer com que uma pessoa pese mais depois de tomar laxantes do que antes.
 
Deixar de tomar laxantes também acarreta sintomas de 'abstinência', que são semelhantes aos que se seguem à descontinuação da indução do vómito. Estes são:
-prisão de ventre
cólicas abdominais
inchço abdominal
agitação e sentir-se 'horrivelmente'.
 
É necessário sossegar a pessoa que manifesta estes sintomas, explicando que ocorrem frequentemente, são normais e que desaparecem ao fim de cerca de 10 dias.
 
Os diuréticos libertam o corpo de água e electrólitos.
 
MAS...
 
O alívio que fornecem da sensação de inchaço é temporário e o uso regular de diuréticos pode consuzir à retenção de líquidos persistente, de curto ou longo prazo, logo que se deixa de tomar.

 
(*) fonte Distúrbios Alimentares, Suzanne Abraham , 2010, ed. Texto , páginas 214-2015
 

Feb 16, 2015

Modelo sem Photoshop (Cindy Crawford 2013)


 
Cindy Crawford fez 400 capas como modelo. Hoje tem 48 anos é casada e tem dois filhos. Fez parte de um pequeno grupo se supermodelos dos anos 90 (Linda Evangelista, Naomi Campbell, Claudia Schiffer, Christy Turlington e Kate Moss).
Já tínhamos falado da Cindy Crawford no esqueciaana (aqui) e também aqui, a propósito do que ela designou como ditadura da magreza. Hoje o Público dá notícia de uma fotografia da Cindy Crawford que foi tirada em 2013 para a revista Marie Claire do México mas que nunca foi publicada apesar da atriz ter feito capa na sequência dessa sessão.
(nota em 17 de Fevereiro: já depois de publicar este post vi que pelo menos uma revista-cor-de-rosa reproduz numa pequena fotografoa na capa a imagem abaixo. Alguns comentários que ouvi a essa mesma fotografia - de homens e de mulheres!- fizeram-me ter vontade de tirar a fotografia daqui! Desde 'coitada' até 'sem-vergonha' e outros menos citáveis por uma questão de bom gusto...há de tudo um pouco. Como é 'bonitinho', o 'mundinho' tratado a photoshp!
Citando o Público:
“É um corpo que desafia as expectativas. É real, honesto e é lindo”, descreve uma editora da Marie Claire, explicando que não sabe como chegou à Internet mas que a imagem é verdadeira. “Independentemente do sítio de onde veio, a foto é esclarecedora. Sempre soubemos que a Cindy Crawford era linda mas vê-la assim só nos faz gostar ainda mais dela”, acrescentou.
No Twitter, os utilizadores, tanto homens como mulheres, aplaudiram. “Está maravilhosa e dá-nos mais confiança. O Photoshop desmoraliza” ou “espero ficar com um corpo como este depois de ter dois filhos” são alguns dos comentários. Seguem-se elogios como “linda”, “impressionante” ou “inspiradora”. “É um bom lembrete ver que mesmo as estrelas de cinema e as supermodelos também envelhecem”, diz a revista feminina The Gloss.
A responsável pela divulgação da foto escreve, no Guardian, que ler todos os comentários positivos têm sido “emocionante” mas deixa um desafio à publicação. “Sabem o que seria realmente maravilhoso? Que esta não fosse uma foto não oficial mas sim uma imagem de uma sessão fotográfica utilizada nas páginas de uma revista. Conseguem imaginar o poder que teria?”.
No início de Fevereiro, por ocasião da estreia do seu novo documentário Hospital in the Sky, Cindy Crawford disse à Marie Claire norte-americana que todas as mulheres deviam aprender a sentir-se confortáveis com o seu corpo e em qualquer idade. “O que torna uma mulher mais atraente é a sua autoconfiança. E é isso que as pessoas vêem”.

 

 

 
 
 

Feb 15, 2015

"36 perguntas que fazer com que duas pessoas se apaixonem" ? A fórmula mágica para o amor?

Quem pensa que Amores e Desamores nada têm a ver com anorexia e bulimia engana-se! Quantas vezes são acontecimentos 'desamorosos' que despoletam doenças de comportamento alimentar ou recaidas. Quantas vezes são felizes acontecimentos amorosos que ajudam (e de que forma!) a sair da espiral de depressão-anorexia/bulimia-depressão.
Pois vem isto a propósito de umas 36 perguntinhas que por aí pululam no ciber espaço em várias versões (junto abaixo a versão em português e em inglês)e também em publicações em papel. Dizem virais nas redes sociais e que 'prometem' -imagine-se!- fazer com que duas pessoas se apaixonem.
 

Em 1997 o  psicólogo Arthur Aron fez a experiência a agora Mandy Len Catron numa coluna do  New York Times repetiu-a. Pode ler o artigo no  The New York Times . Daniel Jones é o editor da coluna Modern Love e as crónicas são publicadas no Diário de Notícias todos os domingos onde a crónica pode ser encontrada aqui. Ver também a referência ao livro de Daniel Jones no fim deste post.  
Há 20 anos foram usados como cobaiss um homem e uma mulher que tiveram que responder às perguntas em 45 minutos e no final tinham que ficar OLHOS NOS OLHOS E EM SILÊNCIO durante 4 minutos.
 
QUESTIONÁRIO DAS 36 perguntas:
1. Pense numa pessoa qualquer do mundo, quem convidaria para jantar?
2. Gostava de ser famosa/o? De que forma?
3. Antes de fazer um telefonema, ensaia o que vai dizer? Por quê?
4. O que é para si um dia "perfeito"?
5. Quando foi a última vez que cantou para si mesmo? E que cantou para outra pessoa?
6. Qual das duas hipóteses prefere: conseguir viver até os 90 anos de idade ou manter o corpo e mente dos 30 anos durante os próximos próximos 60?
7. Tem uma intuição secreta sobre como irá morrer?
8. Diga três coisas que nós os dois parecemos ter em comum.
9. Pelo que se sente mais agradecido na vida?
10. Se pudesse mudar alguma coisa sobre a maneira como foi criada/o, o que seria?
11. Em quatro minutos, conte a  história da sua vida com o máximo de detalhes possível.
12. Se pudesse acordar amanhã com qualquer qualidade ou habilidade nova,  qual seria?

13. Se uma bola de cristal pudesse revelar algo sobre si, a sua vida, o seu futuro ou qualquer outra coisa, o que  gostaria de saber?
14. Existe alguma coisa que já sonha fazer há muito tempo? Porque  ainda não fez?
15. Qual é a maior realização da sua vida?
16. O que mais valoriza numa amizade?
17. Qual é a sua memória mais querida?
18. Qual é a sua memória mais terrível?
19. Se soubesses que dentro de um ano iria morrer de repente, mudaria alguma coisa sobre a maneira como está vivendo agora? Porquê?
20. O que é que a amizade significa para si?
21. Quais os papéis que o amor e o afeto exercem na sua vida?
22.  De forma alternada, compartilhe cinco coisas que considere como sendo características positivas do parceiro.
23. Quão próxima e amorosa é a sua família? Sente que a sua infância foi mais feliz do que a da maioria das outras pessoas?
24. O que  acha da relação com a sua mãe?

25. Diga três afirmações verdadeiras referentes a nós. Por exemplo, "Nós os dois estamos nesta sala sentindo ... ´"
26. Complete a frase: "Eu gostaria de ter alguém com quem eu pudesse partilhar... "
27. Se se tornarem grandes amigos, o que seria importante que cada um de vós soubesse?
28. Diga o que mais gostou nele, mas seja muito honesta desta vez. Diga o que jamais diria a alguém que acabou de conhecer.
29. Compartilhe com o seu parceiro um momento embaraçoso da sua vida.
30. Quando foi a última vez que chorou na frente de outra pessoa? E sózinha/o?
31. Diga imediatamente ao seu parceiro/a algo que o/a atrai nele.
32. O que é demasiado sério para para se fazer piadas sobre?
33. Se fosse morrer esta noite sem a chance de comunicar com alguém, o que mais se arrependeria de não ter dito a alguém? Por que não disse ainda?
34. A sua casa está a arder com tudo dentro. Depois de salvar os seus entes queridos e animais de estimação, tem tempo para fazer, com segurança, uma última entrada para salvar algo. O que seria? Porquê?
35. De todos os seus familiares, qual o falecimento que seria mais perturbador? Porquê?
36. Compartilhe um problema pessoal e peça um conselho sobre como ele/a lidaria com isso. Depois, peça para que ele/a reflita e diga o que você parece estar sentindo em relação ao problema mencionado.
Não se esqueça dos quatro minutos de troca de olhares.

As questões foram originalmente publicadas por Aron em : 'The Experimental Generation of Interpersonal Closeness'. 
O artigo do New York Times sobre as 36 questões: http://www.nytimes.com/2015/02/13/style/the-36-questions-on-the-way-to-love.html?_r=0
O livro de Daniel Jones (editor da coluna Modern Love) é o Love Illuminated (creio que não se encontra traduzido em português)

http://www.amazon.com/Love-Illuminated-Exploring-Mystifying-Strangers-ebook/dp/B00DB32U8I#reader_B00DB32U8I
 
 
O questionário em inglês (correcções à tradução acima são muito bem vindas
The 36 questions that can make you 'fall in love with anyone':
Set One
1. Given the choice of anyone in the world, whom would you want as a dinner guest?
2. Would you like to be famous? In what way?
3. Before making a telephone call, do you ever rehearse what you are going to say? Why?
4. What would constitute a “perfect” day for you?
5. When did you last sing to yourself? To someone else?
6. If you were able to live to the age of 90 and retain either the mind or body of a 30-year-old for the last 60 years of your life, which would you want?
7. Do you have a secret hunch about how you will die?
8. Name three things you and your partner appear to have in common.
9. For what in your life do you feel most grateful?
10. If you could change anything about the way you were raised, what would it be?
11. Take four minutes and tell your partner your life story in as much detail as possible.
12. If you could wake up tomorrow having gained any one quality or ability, what would it be?

Set Two
13. If a crystal ball could tell you the truth about yourself, your life, the future or anything else, what would you want to know?
14. Is there something that you’ve dreamed of doing for a long time? Why haven’t you done it?
15. What is the greatest accomplishment of your life?
16. What do you value most in a friendship?
17. What is your most treasured memory?
18. What is your most terrible memory?
19. If you knew that in one year you would die suddenly, would you change anything about the way you are now living? Why?
20. What does friendship mean to you?
21. What roles do love and affection play in your life?
22. Alternate sharing something you consider a positive characteristic of your partner. Share a total of five items.
23. How close and warm is your family? Do you feel your childhood was happier than most other people’s?
24. How do you feel about your relationship with your mother.

Set Three
25. Make three true “we” statements each. For instance, “We are both in this room feeling ... “
26. Complete this sentence: “I wish I had someone with whom I could share ... “
27. If you were going to become a close friend with your partner, please share what would be important for him or her to know.
28. Tell your partner what you like about them; be very honest this time, saying things that you might not say to someone you’ve just met.
29. Share with your partner an embarrassing moment in your life.
30. When did you last cry in front of another person? By yourself?
31. Tell your partner something that you like about them already.
32. What, if anything, is too serious to be joked about?
33. If you were to die this evening with no opportunity to communicate with anyone, what would you most regret not having told someone? Why haven’t you told them yet?
34. Your house, containing everything you own, catches fire. After saving your loved ones and pets, you have time to safely make a final dash to save any one item. What would it be? Why?
35. Of all the people in your family, whose death would you find most disturbing? Why?
36. Share a personal problem and ask your partner’s advice on how he or she might handle it. Also, ask your partner to reflect back to you how you seem to be feeling about the problem you have chosen.


 
 

 
 
 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Dec 26, 2014

natal e não dezembro

 
 
 Natal, e não Dezembro

Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.

Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.

David Mourão-Ferreira, Cancioneiro de Natal

Nov 26, 2014

Investigadora portuguesa (Eva Conceição) recebe prémio da Eating Disorders Research Society



"Eva Conceição, investigadora do Grupo de Estudos das Perturbações Alimentares, Escola de Psicologia, Universidade do Minho (GEPA/CIPsiUM), recebeu o Early Career Investigator Award da Eating Disorders Research Society. O prémio corresponde à melhor comunicação submetida anualmente por um(a) jovem investigador(a). A comunicação intitulada Loss of control eating and picking or nibbling after bariatric surgery: A two year longitudinal study, foi apresentada numa sessão plenária do encontro da Eating Disorders Research Society, que se realizou em San Diego (CA, USA) de 9-11 de outubro de 2014."
Fonte da notícia: (aqui)
O esqueciaana já antes se tinha referido ao trabalho desta investigadora e co-autores (aqui). Endereçamos os parabéns a toda a equipa do GEPA! Desejamos que a investigação tenha o reconhecimento e divulgação merecidas!

Seguem abaixo os resumos e links para a Tese de Eva Conceição e a apresentação que recebeu o prémio.

Texto integral da Tese de Doutoramento de Eva Conceição pode ser consultado aqui.

O Papel do Comportamento Alimentar na Cirurgia da Obesidade: Avaliação, Intervenção e Resultados do
Tratamento
Eva Conceição
"A obesidade constitui um problema de saúde pública emergente, que se associa a riscos elevados para a saúde física e que tem um impacto substancial no bem-estar psicossocial do indivíduo. Dada a dificuldade dos tratamentos não cirúrgicos para a obesidade em atingir perdas de peso substanciais e manter os resultados a longo-prazo, a cirurgia bariátrica tem vindo a ser considerada a intervenção mais eficaz no tratamento da obesidade mórbida. A cirurgia da obesidade tem sido também associada a melhorias significativas no peso, qualidade de vida, auto-estima e funcionamento social. No entanto, parece haver um subgrupo de pacientes que não atinge perdas de peso significativas, ou volta a aumentar de peso após uma melhoria inicial. Vários estudos têm sugerido que a presença de comportamentos alimentares desadaptativos e sintomas psicopatológicos associados influenciam os resultados terapêuticos. Entre outros, a presença de ingestão compulsiva, o uso da comida para lidar com estados de humor intensos e eventos de vida stressantes, a perda de controlo e o petisco contínuo parecem ter um papel importante nos resultados do tratamento. Assim, a importância do estudo dos comportamentos alimentares e da sua relação com o aumento e perda de peso depois da cirurgia impõe-se, de modo a promover o sucesso do tratamento. Esta dissertação irá explorar o papel da perturbação alimentar e padrões alimentares nos resultados, em termos de perda de peso, da cirurgia da obesidade, desde a condição de ingestão compulsiva no período pré-cirurgia, até aos resultados a longoprazo, passando pela descrição de um programa de intervenção em grupo de preparação para a cirurgia da obesidade, e pela abordagem da importância de uma medida validada de avaliação dos problemas disfuncionais específicos desta população. O Primeiro Capítulo irá abordar “Sintomas de Comportamento Alimentar nos Pacientes Obesos em Cirurgia da Obesidade: Comparação de um Grupo de Sujeitos Com e Sem Compulsão Alimentar”. Os principais resultados evidenciam a existência de um grupo distinto de pacientes que se apresentam para cirurgia bariátrica. Os dados mostraram que, apesar dos grupos apresentarem IMC semelhantes no momento précirúrgico, os pacientes com compulsão alimentar diferem significativamente em várias dimensões relacionadas com a sintomatologia alimentar e distress geral psicológico. O Segundo Capítulo apresenta a descrição de um “Grupo de Preparação Para a Cirurgia Bariátrica”, um programa psicoeducacional desenhado para a preparação dos pacientes para o processo cirúrgico, apoiando e suportando a tomada de uma decisão consciente e informada e alertando para as implicações do processo cirúrgico nos diferentes aspectos da vida. No Terceiro Capítulo será apresentado o estudo de validação e as propriedades psicométricas de um novo instrumento que pretende avaliar e identificar comportamentos alimentares disfuncionais específicos e características psicológicas associadas da população obesa em cirurgia da obesidade: o “Obesity Disordered Eating Questionnaire – ODE: Uma Medida de Auto-Relato Para Comportamentos Alimentares Disfuncionais em Pacientes Submetidos a Cirurgia Bariátrica”. Os resultados mostraram que o ODE revelou ser uma boa medida de auto-relato para avaliação de comportamento alimentar disfuncional e característica associadas, e útil na identificação de comportamentos alimentares disfuncionais nesta população. Por último, o Quarto Capítulo explora os “Resultados Terapêuticos na Cirurgia da Obesidade: O Papel dos Comportamentos Alimentares e da Sintomatologia Alimentar”, analisando as alterações nos comportamentos alimentares com a cirurgia e a prevalência destes comportamentos antes e depois da cirurgia, a curto e a longo-prazo. Este capítulo explora ainda o impacto dos comportamentos alimentares presentes após a cirurgia na perda e posterior aumento de peso. Os resultados apontam para uma melhoria inicial dos comportamentos alimentares e sintomatologia associada, mas para um aumento de peso posterior associado à presença de um conjunto de variáveis em interacção relacionadas com características alimentares disfuncionais. Uma vez que os comportamentos alimentares apresentam uma forte associação com o aumento de peso e insucesso do tratamento (particularmente a longo-prazo), uma abordagem por passos parece a opção mais razoável para levar a intensidade e tipo de tratamento mais adequado a cada paciente, Assim, torna-se fundamental uma preparação inicial que permita a tomada de decisão informada, assim como uma avaliação e monitorização sistemática a longo-prazo dos comportamentos alimentares específicos, de modo a prevenir o insucesso terapêutico."
 
O resumo (em inglês) da comunicação em co-autoria cuja versão integral não encontrámos disponível é:
EARLY CAREER INVESTIGATOR AWARD WINNER
LOSS OF CONTROL EATING AND PICK OR NIBBLING AFTER BARIATRIC SURGERY: A TWO YEARS LONGITUDINAL STUDY 
Eva M Conceição1, Ana P Bastos1, Sofia Ramalho1, Ana R Vaz1, Ross Crosby2,3, James E Mitchell2,3, Paulo PP Machado1
1University of Minho, School of Psychology, Braga, Portugal/2Neuropsyhciatric Research Institute, Fargo, ND, United States/3University of North Dakota School of Medicine and Health Sciences, Fargo, ND, United States

This longitudinal study assessed loss of control eating (LOC) and picking or nibbling (P&N) before and after bariatric surgery and investigates their stability over time and its association with weight outcomes. Seventy three consecutive patients were assessed pre-operatively and 24 month after surgery (62.7%LAGB and 37.3% GBP; 83% Fem). Assessment included diagnostic clinical interview (EDE-BS) and a set of self-report measures assessing eating symptomatology, general distress, depression, and body image.  Our data show that 90.9% of pre-surgery LOC eaters remit after surgery and 15% present LOC eating "de novo" after surgery. (continuar a ler na fonte original)
Fonte: http://www.edresearchsociety.org/EDRS_ONLINE/core_routines/view_abstract_no.php?show_close_window=yes&abstractno=123

Nov 14, 2014

em 60 segundos...

Em 60 segundos online ocorrem em média actualmente:
1,8 milhões de likes no Facebook
1,4 milhões de ligações por Skype
204 milhões de emails enviados
etc.
(ver figura abaixo)
Estaremos mais ligados? Estaremos mais solidários?

Nov 5, 2014

Podemos (Queremos?) apagar as Memórias?







O esqueciaana tem a ver com  memórias e não é apenas no título!
Lembrei-me do filme o Despertar da Mente (Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças no Brasil e título original Eternal Sunshine Of The Spotless Mind) [primeiro vídeo] quando vi o vídeo sobre as memórias recentemente publicado no blogue Salpicos [segundo vídeo].
Será que se pudéssemos quereríamos apagar as memórias? E quais?

Oct 20, 2014

Para Mulheres Reais (carta de Jessica Athayde)


A Jessica é uma atriz portuguesa que recentemente desfilou num evento de moda e algumas fotografias divulgadas (não a que acima reproduzo, que são da autoria da própria e retiradas do blogue que possui a jessyjames) derem origem a ataques verbais nas redes sociais, blogosfera. Houve muitas respostas de várias origens. Prefiro esta na primeira pessoa que abaixo transcrevo. Os sublinhados são do esqueciaana.
 "Para mulheres reais"
"As palavras que vos escrevo poderiam não ser escritas. Era mais fácil “não dar importância assunto” e “deixar morrer a coisa”. Era mais fácil…. mas não é o que vou fazer porque as palavras que vos escrevo não são só sobre mim: são sobre as mulheres e a forma como são permanentemente olhadas, julgadas e atacadas. São sobre uma ditadura de imagem imposta, uma tendência redutora de nos verem e de nós próprias olharmos umas para as outras. Isto tem de ser denunciado. Este bulliyng permanente tem de acabar e pretendo ser uma voz activa neste caminho que tem de ser percorrido por todas nós.
Sou actriz. Não sou modelo. Optei há muito por um estilo de vida saudável, com escolhas que faço todos os dias em relação à minha alimentação e prática de exercício físico.
Faço-o porque quero viver muito. Quero viver bem. Quero ser saudável e feliz como tantas outras mulheres.
Desfilei na Moda Lisboa como convidada. Desfilei com o corpo que tenho que é o meu e no qual me sinto muito bem.
Qual não foi a minha perplexidade quando observo que, a propósito de uma fotografia menos feliz, sou alvo de críticas, comentários desagradáveis e uma série de mimos, próprios deste mundo das redes sociais, em que ainda nos estamos a habituar a viver.
Estes comentários foram feitos na maioria por mulheres. Mulheres, vou repetir.
Mulheres que são filhas, mulheres que são mães, mulheres que ainda não perceberam que cada vez que cedem à tentação de atacar outra mulher com base nas suas características físicas, estão a enfraquecer a condição feminina, em vez de lhe dar força.
Estão a cultivar as inseguranças, as desordens alimentares, a escravidão da imagem.
Sou uma mulher segura, pelo menos trabalho nesse sentido. Se este incidente fosse só sobre mim, posso garantir-vos que pouca importância lhe daria.
Mas questiono-me sobre a quantidade de mulheres menos seguras, de todas as idades, mais ou menos felizes, magras, gordas, altas, baixas sofrem este tipo de perseguição no seu dia-a-dia. Mulheres que ao contrário de mim, não têm uma voz que se faça ouvir… Para alguma coisa tem de servir o facto de ser figura pública. Que seja então para dar voz a um grito que sei ser de muitas que me estão a ler neste momento: CHEGA!
Cada mulher é um mundo muito para além do corpo que a recebe. Apoiem -se. Defendam -se. Não permitam olhares redutores sobre aquilo que somos.
A dignidade da condição feminina passa também pelas mulheres perceberem que têm se unir nessa procura e nessa luta.
Queremos um mundo com mulheres felizes, inteligentes, pró-activas, inovadoras, solidárias e que façam a diferença.
Temos de estar juntas nesse objectivo.
Há pouco tempo perguntaram-me numa entrevista quem é que eu admirava, foi fácil responder. Emma watson, 22 anos, penso eu.
Emma Watson (actriz como eu) no seu primeiro discurso como Embaixadora das Nações Unidas para a Boa Vontade, inspirou o mundo lançando a campanha ONU #HeForShe, que fala sobre a liberdade e a igualdade entre os sexos.
Fala sobre a importância dos homens apoiarem as mulheres neste caminho.
Eu acrescento e peço em Portugal que abracemos também o #SheForShe
Ela por ela. Cada uma de nós pela mulher ao nosso lado. Seja no autocarro ou numa fotografia no ecrã do computador.
Beijinhos
Jessy"
FONTE da imagem e texto: http://jessyjames.pt/?p=3054

Sep 22, 2014

DEPRESSÃO (video OMS) "manter uma mentira emocional deixa-nos exaustos"...


A Organização Mundial de Saúde inclui nesta página http://www.who.int/topics/depression/en/ alguma informação sobre depressão. O video (versão legendada no Brazil) chama-se: UM CACHORRO PRETO CHAMADO DEPRESSÃO. Video original: "I had a black dog: his name was depression" (4:17)https://www.youtube.com/watch?v=XiCrniLQGYc

Atualmente, a depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro. Projeções da OMS estimam que no ano de 2030, entre todas as doenças, a depressão será a mais comum.  Existem tratamentos efetivos, mas menos da metade dos afetados pela doença recebem qualquer tipo de tratamento. Se o leitor ou alguém próximo  sofre de depressão, procure ajuda profissional.  Esse pode ser o primeiro grande passo em direção a uma grande mudança.
(nota do esqueciaana: usar um cão como referência para a DEPRESSÃO talvez não tenha sido a esolha mais feliz - porque não antes um monstro? uma carraça? uma lapa?- mas pensando bem a ideia é de que se agarra, se fideliza, se 'afeiçoa ao dono, o deprimido'. E a afeição é mútua. E assim sendo a figura do cão não está mal escolhida. PS-Desculpa Farrusco!)
 

Sep 4, 2014

Estudantes Universitários em Risco/ University Students at Risk


 
(transcrevo pela urgência e prometo tradução para breve)

University Students At Risk

By AMIRA SHEHATA
Published: September 3, 2014
Beginning college is a monumental transition in the lives of adolescents all over the world. This transition brings with it a mixed bag of blessings and challenges. Students sacrifice their safety nets of family, friends, and hometown familiarity for a world of boundless opportunity; exposure to diverse cultures; limitless knowledge; and, on the darker side, new challenges and stressors. They start to feel both physical and mental pressures including demanding academic schedules, cafeteria-style eating, changes in physical activity, pressures to “fit in,” and making new friends.
The many challenges of the university experience can turn college campuses into “incubators” for eating disorders. Transition times are typically high-risk periods for the emergence of eating disorders and the sheer number of changes that the transition to college entails can create the perfect conditions for the emergence of an eating disorder. It comes as no surprise that eating disorders are prevalent on college campuses. Studies indicate that 91% of women in college attempt to diet in order to control their weight, while 25% engage in binge eating and purging. Up to 61% of college students (of both sexes) exhibit disordered eating. The most common eating disorder on campuses is probably one you might never have heard of, namely binge-eating disorder, or BED. BED is characterized by binge eating (eating an unusually large amount of food in a discrete period of time and feeling out of control over eating or like you can’t stop eating).
Raising awareness about body image and healthy eating can be a first step in removing weight stigma and reducing eating disorders on college campuses. Educate yourself about eating disorders so you will be better equipped when trying to help someone in need. After doing so, raise awareness so that other students understand what eating disorders are and how they can find help if they need it. Here are a few tips for helping your friends who are battling eating disorders:
  • Tell your friend you are concerned about them and have an honest conversation where the focus is not on body image, but rather on health
  • Compliment your friend’s success, personality, and achievements—not just their appearance
  • Be a good role model – exemplify healthy eating habits
  • Let your friend know you are always available for support and help
  • Make your friend aware of the resources on campus. Offer to accompany them if they choose to take advantage of these resources
  • Recognize and set your limits. If the situation is out of control, go to a professional.
Many college campuses have resident advisors (RA) in their dorms who can counsel and refer them to professionals for treatment. There are many college organizations that focus on erasing the stigma of mental health and eating disorders, and can be great support systems for individuals suffering from eating disorders on campus. Moreover, within campus health there is usually a counseling and psychological services division (CAPS). Any student who wants to discuss his/her physical, emotional, spiritual, or mental well being can walk in or set up an appointment with a counselor for individual, couples, or group therapy. University affiliated hospitals also exist and may house specialized eating disorder centers that provide therapy, nutritional counseling, medication management, and physical monitoring.
For students at UNC-Chapel Hill who may be suffering from an eating disorder or know someone who is, a list of resources can be found on the UNC CEED website. Also, register to attend one of Embody Carolina’s 4-hour peer lead workshops, which provide education and training to students on how to serve as compassionate and effective allies to those struggling with eating disorders on campus. Embody Carolina is an accredited Buckley Public Service Scholars (BPSS) Skills Training and can be used to fulfill the requirements of the BPSS program. You can also join the Embody Carolina team, serving on the leadership board, leading training workshops, or participating in outreach initiatives on campus, thereby helping to create a more protective environment for individuals vulnerable to or currently struggling with eating disorders on campus.
Resources:
National Eating Disorders Association. N.p., n.d. Web. 11 Aug. 2014.
National Association of Anorexia Nervosa and Associated Disorders. N.p., 1976. Web. 11 Aug. 2014
 
photo credit: Avolore via Creative Commons

Aug 28, 2014

'amor' em tempos de iphone...Mobile Lovers (de Banksy)

O artista Banksy,  nas suas pinturas de rua representa de forma única vários aspetos  da sociedade contemporânea.
Este sobre o 'amor' em tempos de iphone.
Versões em carne-e-osso deste Mobile Lovers podem ser encontradas em qualquer lugar onde haja rede. Experimentem olhar  à volta e ver...(desviar os olhos do écran?)!
 
 

Aug 24, 2014

Bulimia: algumas consequências





Artigos que serviram de fonte ao texto (aqui) e infograma (acima, clique para ampliar) :